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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Esse post será grande...

Mas é um resumão do NYFW, porque eu acho justo.

 




Eu acho que todo mundo ficou louco pra ver a coleção da Rodarte, já que as etilistas da marca fizeram todo o figurino babado do hit cinematográfico da vez, Black Swan. Gostei muito da alfaiataria com recortes não muito convencionais. O casaco-vestido da segunda foto ganhou meu coração!







Marc Jacobs e sua mulher setentinha-ladylike para esta temporada da Marc By Marc Jacobs. O primeiro look eu queria estar usando agora!






 O que é que o Brasil tem pra mostrar lá fora? Carlos Miele sabe bem. To die for. 



Herve Leger mandou avisar que a nova tendência para o Little BANDAGE Dress é bandagem + couro. O mais do mesmo que a gente ADORA.




  


Ana Sui resolveu fazer a Serena Van Der Woodsen RYCA viajando pelo Leste Europeu Tô certa?




E pra acabar as fotos, Marchesa, ou seja: DRAMA.

Em suma: 
  • Comprimento mídi em todas as coleções. Quando não é mídi é longo. Pelo menos aqui em casa eu acho que essa tendência não pega. Se você é baixinha, watch yourself.
  • A cintura alta fica e a alfaiataria permanece em alta.
  • Babadinhos, brilhinhos (ou brilhões), tons pastel, laços e tudo mais quebram a androgenia e tornam tudo mais feminino: anos 30,40, 50 são inspiração certa. 
  • Estampas declaram a alta do setentismo. Ser phyna é fazer a hippie-rocker.
  • E se vai cair na festa BAPHO, vai de renda. E segundo a Marchesa, vermelho pode.
Um beijo!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Curtinhas do NYFW e comentários sobre "O Anticristo" de Lars von Trier

Hey, povo!

Vim fazer uma rapidinha aqui no blog, porque tem muita coisa passeando na minha cabeça e com todas essas semanas de moda rolando pelo mundo paralelamente a minha semana de proletária do aprendizado na Afundação GetUÓlio Vargas, eu estou acompanhando tudo como posso.

New York Fashion Week
Teve de tudo nessa semana de moda que passou, viu? Anotei aquilo que mais me chamou atenção e que na MINHA opinião foi mais evidente nesta temporada novayorkina.

BCBG Max Azria e Hervè Leger repetiram a fórmula do último inverno e investiram tudo na silhoueta bandage, em alguns momentos com tecidos e materiais diferenciados, em outros com uma pitada de inspiração balmainesca. E só olhar para os vestidos de festa da BCBG, curtos na frente, longos atrás, como Christophe Decarnin trouxe para a Balmain nas últimas coleções e transformou em HIT. As cores fortes estiveram presentes em muitas coleções, contrapondo designers que optaram por cartelas de cores mais sóbrias. Recortes assimétricos, nude e transparências também marcaram presença nas passarelas. Em uma coleção interessante, Michael Kors levou para as passarelas vestidos bem cortados com transparências que davam a ilusão de não haver nada entre um corte de tecido e outro. #alcinhadesiliconefeelings, mas muito interessante! Ainda primando pelo corte, Donna Karan investiu em uma alfaiataria bastante digna e mostrou em seu desfile que pretende vestir uma mulher mais ligada ao mercado de trabalho, mais prática e antenada. A profusão de cores ficou por conta de Zac Posen que misturou a tendência ointentista (ombros bem marcados, cores cítricas, assimetrias) a um perfume cinquentinha, apresentando uma coleção muito bonita. Anna Sui parece ter se perdido entre a coleção inspirada nas garotas do seriado Gossip Girl e as estampas Liberty. Nem por isto sua coleção ficou menos agradável aos olhos.



Em ordem de aparição, tá? BCBGMaxAzria, Hervè Leger, Michal Kors, Zac Posen, Anna Sui e DKNY


Enquanto isto nos cinemas...
O Anticristo
Pois é, meu povo, larguei os livros por duas horas e meia, tomei um copão de água gelada antes de matar um temaki de salmão #desejogourmetfeelings, respirei fundo e fui encarar o novo filme de Lars von Trier que todas as fias lá da Afundação tinham criticado horrores. Estava com medeenho! Conclusões? Se você não dorme direito desde que assistiu "O Chamado", não teve estômago para assistir Jogos Mortais e acha que sexo é algo feito para ser sublime e romântico, não assista. A história? É densa: um casal perde o único filho de maneira perturbadora. A mãe, diante da situação entra em luto profundo. Seu marido, psicólogo, resolve tratá-la ele mesmo afastando-a da clínica psiquiátrica e dos remédios. O tratamento: Colocá-la a frente de seus maiores medos. A partir daí grandes e estranhas surpresas acontecem. O filme é pesado e caso você se atenha às cenas chocantes vai perder toda a proposta do roteiro. O Anticristo trata da natureza masculina em contraponto à natureza feminina de uma maneira nunca antes abordada no cinema. GENIAL. Se você está acostumado à categoria cinematográfica "Barbárie", assista antes que saia das salas de cinema.
Vou ali tentar dormir enquanto penso em como adaptar toda essa ryqueza pro meu guarda roupas de verão.
Beijometwitta.